15 de março de 2014

Diz por mim

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Delírio (Vanessa da Mata)
Dá o seu gosto de desejo
Dá os seus olhos de menino
Sem regra ou comprometimento
Sem se importar com que for vendo
Nossa sede de liberdade
Eu quero é dançar da forma que me der
A música expondo o seu corpo à vontade
Nas incontáveis formas de se divertir
Dá o seu gosto de desejo
Dá o seu beijo despojado
Seus pensamentos mais intensos
O seu rosto de pecado
Nos gemidos que desordenam
Nas mãos que me fazem entender Adão
A música expondo seu corpo ao delírio
Nas incontáveis formas de se divertir

Essa semana, sem querer, me lembrei da redação que fiz no vestibular que fiz pra UFF onde o tema não importa muito mas o formato era um relato pessoal. Belê, debruçei em cima. Quando termino a redação, vi que fiz um plágio da expressão "que desordenam" dessa música (que não por acaso foi uma das trilhas sonoras do meu ano de vestibular). Sendo assim, percebi (tardiamente, talvez você pense) o quanto essas artes me influenciam. E de Vanessa da Mata, que herdou uma escrita tão visual de Machado de Assis, veio essa pequena expressão que já existia (mas é claro, as palavras existem e são livres) que entrou na minha história já que fui aprovado no vestibular (às duras penas e prometo acabar com parêntes, fim). Outro quesito mais profundo é essa questão de escrever materializando pessoas, lugares e tentando com os sentimentos. Pra chegar o mais próximo que seja do lampejo imediato

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